Em MS, 84% da população tem renda superior a R$ 5,2 mil
Grupo populacional composto pelas classes A, B e C cresceu 3,79 pontos percentuais
22 JAN 2026 • POR Redação/EC • 14h29Em Mato Grosso do Sul, 84,07% da população do Estado é composta por pessoas das classes A, B e C de renda. Entre 2022 e 2024, essa população passou de 80,28% para 84,07% no Estado, segundo levantamento realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Conforme a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o índice reflete aumento da renda em Mato Grosso do Sul.
Grupo populacional composto pelas três classes cresceu 3,79 pontos percentuais. A ‘classe A’ corresponde a famílias com renda acima de 20 salários mínimos, ou seja, cerca de R$ 27 mil, se considerado o salário mínimo de 2023 como média.
A ‘classe B’ compreende a renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos, algo entre R$ 13 mil e R$ 26 mil.
Já a ‘classe C’ se refere à renda entre 4 e 10 salários mínimos, o que corresponde a algo entre R$ 5.200 e R$ 13 mil.
Ou seja, em 2024, 84,07% da população sul-mato-grossense tinha renda superior a R$ 5.200.
Números nacionais
O estudo da FGV ainda indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.
A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e programas de acesso à educação e ao crédito.
Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados refletem a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda, que permitiram esse grupo populacional migrar para a classe média.
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