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Família de atirador informou polícia sobre pretensão de ataque ao presidente dos Estados Unidos

Suspeito manifestava-se contra cristãos nas redes sociais

26 ABR 2026 • POR Redação/VS • 19h50
Trump divulgou foto do suspeito na rede social Truth. Foto: Divulgação

A Casa Branca confirmou que familiares de Cole Tomas Allen, suspeito de avançar contra um posto de segurança durante o jantar de correspondentes no último sábado (25), alertaram as autoridades minutos antes do incidente.

De acordo com informações da CNN Brasil, Allen enviou um manifesto a parentes no qual detalhava a intenção de atingir autoridades do governo.

O alerta inicial partiu do irmão do suspeito, que notificou o Departamento de Polícia de New London, em Connecticut. Em entrevista à Fox News neste domingo (26), o presidente Donald Trump comentou o episódio e elogiou a atuação do Serviço Secreto.

"Eles o impediram imediatamente", afirmou o republicano, embora tenha ressaltado que o aviso sobre a situação em New London poderia ter chegado com maior antecedência.

Histórico e motivação

Investigações conduzidas pelo Serviço Secreto e pela Polícia do Condado de Montgomery revelaram que o suspeito mantinha um perfil de retórica radical.

Em depoimento colhido na residência da família em Rockville, Maryland, a irmã de Allen relatou que o irmão mencionava planos de realizar "alguma coisa" e possuía publicações em redes sociais com teor contrário ao governo Trump e a grupos cristãos.

A irmã de Allen relatou à polícia que ele adquiriu duas pistolas e uma espingarda em uma loja especializada, mantendo o arsenal na casa dos pais sem o consentimento deles. O suspeito, segundo a familiar, frequentava estandes de tiro regularmente e integrava um grupo denominado "The Wide Awakes".

Registros apontam a participação de Allen em um protesto anterior na Califórnia, intitulado "No Kings", de oposição direta ao atual presidente.

A Casa Branca reiterou que as contas do suspeito nas plataformas digitais corroboram a existência de uma ideologia contrária à atual gestão e anti-cristã. O caso segue sob investigação das forças de segurança federais.

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