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Aeronave cai, pega fogo e mata vereador e criança de 5 anos

9 SET 2019 - 19h:01 Por Redação
Ultraleve caiu em chácara da região Ultraleve caiu em chácara da região - Foto: Reprodução/Nova News

Ultraleve, aeronave de pequeno porte e baixa velocidade caiu no final da tarde deste domingo (8), na região rural de Ivinhema/MS. No acidente, uma criança de 5 anos, Igor Davi dos Santos Fernandes, e o delegado aposentado e atualmente vereador da cidade, Messias Furtado de Souza, 55, morreram. Um adolescente, de 12, sobreviveu, mas teve 80% do corpo queimado e está internado em estado grave na Santa Casa de Campo Grande.

Informações da polícia são que o próprio vereador pilotava o ultraleve quando. por motivos ainda desconhecidos, a aeronave caiu em uma chácara por volta das 17h30 e pegou fogo. A aeronave pertencia a ele.

A criança morreu na hora, enquanto o vereador e o adolescente sobreviveram e foram resgatados pelos Bombeiros e policiais militares da região. Eles sofreram diversos ferimentos e tiveram 80% do corpo queimado.

O vereador chegou no hospital da capital sul-mato-grossense por volta das 0h49, mas não resistiu a gravidade e morreu às 6h04 desta segunda-feira (9).

A assessoria de imprensa da Santa Casa informou que o adolescente segue internado na área vermelha do pronto-socorro pediátrico pela especialidade de cirurgia plástica. Pela manhã ele realizou exames laboratoriais e de imagem. No momento ele se encontra sedado e intubado no pronto socorro infantil e seu estado de saúde é considerado grave. 

A delegada Ana Cláudia Medina, titular da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco), está a caminho de Ivinhema, juntamente com sua equipe, onde realizará o trabalho técnico e especializado para apurar as causas do acidente.

O corpo do delegado Messias será transladado para Ivinhema onde será velado e sepultado.

Por meio de nota, a Polícia Civil lamentou o ocorrido. "A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul lamenta o ocorrido e presta suas condolências a familiares e amigos", diz o texto.

Fonte: Correio do Estado - Bruna Aquino

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